Ao falar sobre o Bolsa Família, Aécio afirmou que o programa social não é uma “benevolência” ou um “favor do partido político”, mas um direito da população brasileira.
De olho nos votos dos nordestinos, que representam 26,7% do eleitorado brasileiro, o candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) aproveitou a passagem pela cidade de Sirinhaém, na Zona da Mata de Pernambuco, para tentar reverter a diferença de votos entre ele e a petista Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição. No discurso, Aécio apresentou pautas específicas para a região, como o investimento no setor sucroalcooleiro, e expressou o desejo de ser lembrado “por ser o melhor presidente para o Nordeste brasileiro”.
“Serei o presidente da integração nacional”, bradou o postulante, durante o primeiro ato de campanha no Nordeste no segundo turno. A região compreende 38,1 milhões de eleitores. Em Pernambuco, no primeiro turno, Dilma teve 44% dos votos e Aécio, 6%.
Mirando a adversária Dilma Rousseff, Aécio falou de mudanças e frisou a manutenção do programa de transferência de renda Bolsa Família, criado no governo do PT.
“O povo já não aguenta mais tanto descompromisso com a ética e tanto desinteresse em fazer as coisas melhorarem no Brasil. Serei, estejam certos disso, o governador [sic] que vai, não apenas, manter os programas sociais, mas vai ampliá-los em benefício daqueles que mais precisam”, prometeu o candidato ao Palácio do Planalto, em solo pernambucano.
Por Marcela Balbino/BlogdeJamildo/Foto: BlogImagem

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