Espaços sofrem com estrutura precária e trazem muita dor de cabeça para os comerciantes que dependem do local para sobrevive
Quem frequenta
os principais mercados públicos de Olinda sabe bem os problemas enfrentados
pelos comerciantes todos os dias. Estruturas precárias, acúmulo de lixo e
insegurança são alguns dos vários motivos que afastam a clientela e trazem dor
de cabeça para quem depende do comércio para sobreviver.
No Mercado de Rio Doce, a principal queixa é a quantidade de sujeira acumulada no entorno. Os donos de bares e restaurantes reclamam da diminuição das vendas por conta do mau cheiro. Outra reclamação é a falta de espaço adequado para comercialização de alimentos perecíveis. Carnes e peixes são vendidos ao ar livre, sem refrigeração, oferecendo risco à saúde pública.
No Mercado de Rio Doce, a principal queixa é a quantidade de sujeira acumulada no entorno. Os donos de bares e restaurantes reclamam da diminuição das vendas por conta do mau cheiro. Outra reclamação é a falta de espaço adequado para comercialização de alimentos perecíveis. Carnes e peixes são vendidos ao ar livre, sem refrigeração, oferecendo risco à saúde pública.
O secretário de Serviços Públicos de Olinda, Manoel Sátiro, afirmou que existe um projeto em fase de licitação para construir de um novo Mercado de Caixa D´Água. Sobre a falta de limpeza dos banheiros, o secretário disse que existem dois funcionários diariamente no local. Já para o Mercado de Peixinho, Manoel Sátiro explicou que o telhado será restaurado no próximo ano.
Fonte: JCOnline/Foto: Michele Souza

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