
Cerca de 50 pessoas, entre alunos e funcionários do Centro de Juventude de
Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife
(RMR) se reuniram, durante a manhã e parte da tarde desta sexta-feira (23), em
frente ao órgão e realizaram um ato de protesto. Eles alegam que o local está
fechado desde o dia 1º de novembro, prejudicando os estudantes que realizam
cursos na unidade.
Segundo os manifestantes, o local não está funcionando por conta da falta de repasse da prefeitura de Jaboatão para o Instituto Brasileiro Pró-Cidadania, que mantém o centro. Com isso, 200 jovens estão com o andamento dos cursos interrompidos e 26 funcionários com cumprimento do aviso prévio até 30 de novembro.
Segundo os manifestantes, o local não está funcionando por conta da falta de repasse da prefeitura de Jaboatão para o Instituto Brasileiro Pró-Cidadania, que mantém o centro. Com isso, 200 jovens estão com o andamento dos cursos interrompidos e 26 funcionários com cumprimento do aviso prévio até 30 de novembro.
Os estudantes também reclamam sobre o atraso no pagamento da bolsa de R$ 100
que é dada pela instituição mensalmente. Segundo eles, o benefício não é pago
desde agosto. A situação também atinge professores e fornecedores que também
estão recebendo os ordenados atrasados.
Segundo a secretária executiva de assistência social do município, Carmem
Galvão, o problema com o repasse também aconteceu com outros centros. Ela
informou que o objetivo é que os alunos completem os cursos ainda esse ano. “Até
o dia 15 de dezembro uma solução de caráter imediato para a situação do centro
deve ser estabelecida”, disse.
Os centros de juventude atuam retirando das ruas crianças e adolescente em
situação de vulnerabilidade e dando a oportunidade dos mesmos participarem de
cursos profissionalizantes com o intuito de ingressarem no mercado de
trabalho.
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Por informações CAMILA LINDOSO-FolhaPE/Foto Widio Joffre
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