Quarta edição do Festival Continuum reflete sobre a relação do homem como espaço urbano que vive
A relação do homem com a cidade e os reflexos do mundo urbano na vida social. É sobre essa temática que o Continuum – 4º Festival de Arte e Tecnologia do Recife pretende levar o público à reflexão, através do casamento ousado e criativo de arte, estética e tecnologia. O evento começa na sexta e segue até o dia 21, no Centro Cultural Correios, Bairro do Recife.
A programação é extensa. Nesta quarta edição, o festival propõe o tema “A cidade que vive em mim”, provocando um olhar sobre as mais diversas formas de sentir, ver e viver cada uma das peculiaridades da cidade como uma estrutura viva. O público vai debater o assunto e interagir por meio de instalações artísticas, sonoridades, mostras de games e vídeos, oficinas e seminários. Tudo gratuito.
“Nas duas últimas edições, a gente passou a adotar temas. Neste ano, escolhemos abordar as questões das cidades, da urbanização. Coincidentemente, um tema muito ligado aos movimentos sociais atuais. Tínhamos pensando o tema há um tempão”, explica o curador e diretor-geral do festival, Antonio Gutierrez, Gutie. “A ideia inicial era o tema ‘O espaço que a gente vive’. Mas depois achei legal inverter, e discutir a cidade que vive em mim. Afinal, cada um leva a sua cidade dentro de si.”
Ao todo, são oito instalações artísticas. Entre elas, o Projeto symbiosis, de Roberta Carvalho, do Pará, que propõe um estudo morfológico das copas das árvores e a relação da imagem que se projeta e as figuras humanas formando o desenho da árvore; e O Recife que vive em mim, do pernambucano Cláudio Marinho, que faz uma comparação de espaços públicos recifenses em diferentes épocas, a partir das fotografias.
Os seminários explorarão as manifestações críticas e criativas que têm se dado em torno do tema da vida nas cidades: o modo como as pessoas se relacionam entre si e com o espaço urbano, a partir das possibilidades e limites.
Fonte: JC Online/Foto: Tirada do site JornaldaCidade.net

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